Claro, ninguém conhecia o padre Kelmo até as últimas eleições presidenciais, porém, a inexistência daquilo que ele representa é justamente o que impede que a humanidade "seja humana", ainda que o cristianismo, seja parte da humanização da humanidade.
Se durante aquilo que tenha levado a construção pelos historiadores, à tese da calmaria, como desculpas, que confesso, durante o curso primário, aceitei, "com reservas", nestes tempos, e por muito tempo ainda, a tal igreja universal "católica" se julgava dona da verdade, o suficiente, para impor a quem descordar de sua obtusa visão, tratamentos desumanos, que nem as modernas formas de torturas das ditaduras assumidas, ou das dissimuladas, "tal a maior desdemocracia" pratica na invadida Baía dos Porcos, na ilha de Cuba.
Falamos desta porção estadunidense, na ilha do Fidel, já que este país invasor, enquanto se propala como maior democracia, é o responsável indireto, tanto por trás do golpe "e ditadura" de sessenta e quatro, também, do golpe "impeachment de 16, que se consumou com as trágicas eleições desde em então" antes que alguém venha dizer que o Lula, se elegeu em 22, mas com que congresso?
A Kelmaria, ou seja, os cristãos de direita, ou aquela visão de igreja cristã, que voluntariamente, ainda por saudades, dos tempos que Átila, fez, "por barulhos escatológicos" fugir a corte do império Romano, foi a igreja que nunca foi cristã, que assumiu a gestão do Estado, como aquela igreja nunca foi cristã, gestou o Estado da, "e para" as nobrezas.
A questão salta da história antropológica, para a história cotidiana.

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