terça-feira, 15 de julho de 2025

TOMO MCMVII - HISTÓRICA AULA DE HISTÓRIA: PARTE 3


DA TAÇA MUNDIAL POR ACIDENTES DE TRABALHO À PEJOTIZAÇÃO 

Passando pelo regozijo de "supostos" machões por mastro de bandeira estrangeira.

No afã de transformar o Brasil, num ambiente "natural", para substituir o parque ferroviário para um mundo apto às indústrias, que rodam sobre os pneus, era necessário duas mudanças estruturais, a primeira, o êxodo rural, a outra, atrair, pela possibilidade de emprego, nos centros urbanos, leia-se, a região Sudeste.

A indústria urbana com maior facilidade, "inclusive", com menos investimentos, é a indústria da construção civil, sendo, inclusive esta, que irá construir as entradas, nas quais rodarão os caminhões, que substituirão as locomotivas.

Colocar trabalhadores das roças, nível do chão, a se pendurar num balancete no trigésimo andar de um prédio em construção. Era um aceno inevitável para que o Brasil ostentasse o doloroso título de campeão mundial de acidentes de trabalho. Claro, estes acidentes não se limitaram à construção civil, invadiram também as indústrias metalúrgicas. 

Estes acidentes tinham causas e consequências. As causas, óbvio, no mínimo duas, a falta de uma cultura de prevenção a estes acidentes, tanto pelas empresas, como pelos trabalhadores, estes acidentes poderiam apenas afastar os trabalhadores por dias das bancadas de trabalho, até, causar mutilações definitivas, chegando a levar a óbito.

Vencer este estágio, se deu, muito mais, pela organização sindical dos trabalhadores, que bateram de frente, inclusive, contra as horas extras, que ampliavam, e em muito, as já exaustivas jornadas de trabalho.

Saímos das décadas anteriores e subsequentes ao golpe de sessenta e quatro, para os anos subsequentes a um outro golpe, e da tentativa dos lamentáveis fatos que vieram na esteira deste, a eleição do inominável e suas múltiplas tentativas de um novo golpe, que infelizmente, passa, pelos atos daquele fatídico "08/01/23".

Assim como em sessenta e quatro, tanto o golpe de "2016", a eleição do inominável, tinha como objetivo, quase indisfarçável, de fazer do Brasil, aquilo, que o império do mal, falava abertamente nos anos sessenta, a América do Sul, era quintal deste malévolo império.

A ditadura de sessenta e quatro, era assumidamente de extrema direita e entreguista, o capetão inelegível, fã indisfarçável da ditadura, também entreguista, leva a seus apoiadores a aprovar numa comissão controlada por eles, uma noção de apoio (e pasmem, "de regozijo" tesão sexual, pelo presidente em exercício das terras do Tio San).

Quem ama bandeira alienígena, bom brasileiro não é.


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