sexta-feira, 18 de julho de 2025

TOMO MCMX - A MARIA DAS MARIAS DAS MINHAS MARIAS


Há oito dias encontrei o bispo auxiliar da região episcopal Brasilândia quando, saindo de uma missa, ele cobrou minha presença. Expliquei que estava no ato da Paulista, defendendo a democracia. Ele disse que rezaria por minha conversão.

Disse a ele, que apesar das minhas admirações pelos ensinamentos do Cristo, ele teria mais facilidade de êxito, se rezasse pela honestidade do bozo, pela inteligência dos bolzominins, ops, se houvesse bolzominin inteligente, o bozo, não seria ameaça, nem lixo nas esquinas.

No programa "COMUNIDADE EM FOCO", de ontem, "17/07/25" a poetiza "bodegueira", Lena Santos Máximo, falou do sarau da Maria, falamos de espiritualidade, seu companheiro "Artêmio Fonseca" inclui na cantoria, a música "ORATÓRIO", tudo isto nos trás às Marias, não só as do sarau, mas, as Marias de nossas vidas.


Na minha vida, minha amadíssima "Maria Aparecida Fraile", filha da gigantíssima, Maria Aurora dos Santos. Se acham que há apenas estas duas Marias na minha vida, há a Maria Angelita da Silva, mãe da mãe dos meus filhos. As Marias estão e marcam minha vida.


O motivo para tantas Marias, é uma outra Maria, uma mãe solteira há dois mil anos atrás, seu amor pelo filho, que é ao mesmo tempo amado e admirado a estes exatos dois mil anos, no entanto, seus ensinamentos e, inclusive, seu martírio, satirizado, quase sempre aos longos destes dois mil anos.


Poderíamos parar nesta nossa narrativa, nos tempos da tal "Santa inquisição", que deixaria com vergonha o ídolo máximo do bozo, dos bozolóides, os seres humanos que lucram com a existência deste ser abjeto e, é claro, os bolzominins, que aplaudem a ignorância.


Não, falo, desta Maria bimilenar, mas da Maria Aparecida, da cidade de aparecida do Norte, sede da basílica nacional. Esta Maria, resgatada do Rio Paraíba. Curiosidade, está Maria Aparecida, era a imagem de uma Negra.


A imagem de uma "ARBORÍFICA AFRODESCENDENTE" descendente de uma África, cujo seus ancestrais foram sequestrados à força, para serem escravizados e fazer fluir a economia da então colônia lusitana, que hoje, os amantes de um inexistente Cristo, aquele Cristo que embalava a tal igreja de não tinha nada de cristã, a igreja da santa inquisição. Que hoje estimula a verborragia dos bolzominins, aqueles, que sem uma Lisboa, crêem que a capital da nova metrópole é Nova York.


Embalando nas orações do meu amigo D. Carlos, o bispo auxiliar da região Brasilândia, que o povo que apenas se diz cristãos, se convertam em verdadeiros cristãos, percebendo, entre outras coisas, percebendo as lutas da Maria de tantas Marias, a negritude da Maria, razão da basílica e, dos nomes das Marias das minhas Marias e de tantas outras Marias.

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