Sexta-feira, 01/08/25, algo que acontece há exatos duzentos e um anos, ou dois depois de uma falaciosa independência, ou um depois do final da guerra da independência.
Mesmo o ano de 1823, que marca o final, que guerra da falaciosa da independência, registra o cheiro de algo que alguns países do mundo, parece estar festejando, não um acordo de paz, mas, um oportunístico acordo de subserviência de diversas nações do globo, à nação que detém o maior arsenal bélico, maior exército, maior orçamento militar, e pelo menos oitenta anos de controle da política e da economia mundial. Aquilo que nestas crônicas, é chamado de império do mal.
Aqui, nos referimos a um acordo anunciado de uma maneira um tanto quanto estranha, o acordo firmado por chefes, não pelo corpo diplomático.
Não estamos provando que haja uma guerra aberta do mundo contra os atuais mandatários das terras do Tio San, só lembrando, que aquela submissão, que enxergamos por parte das elites brasileiras, a Europa, ou melhor, as elites europeias, ainda temendo o já inexistente comunismo, se abriga sob o guarda-chuva protetor da mega da exploração capetalista.
No acordo, imposto à zona do Euro, a redução das porcentagens do acordo, embutem condições, tão adversas quanto, "para a união europeia". No acordo, algo que nossas opiniões registradas nestas crônicas, no caso, sobre a guerra da Ucrânia, que é, ao nosso ver, uma maquinetação ianque, de fazer do povo ucraniano, uma ferramenta que visava apenas excluir a Rússia, como fornecedora de energia para a Europa, no acordo anunciado ontem, a Europa deixa de comprar energia russa, onde há linhas de transmissão, para comprar de um outro continente, ou seja, onde haverá uma transporte marítimo. Por melhor que seja este acordo, é um péssimo acordo.
Se todo e qualquer acordo que finde uma ameaça bélica, é bem vindo, alguns, são questionáveis.

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