quinta-feira, 17 de julho de 2025

TOMO MCMIX - DESMONTE AMBIENTAL, ENTRE TANTOS OUTROS DESMONTES


Viajo, mentalmente e infelizmente, às falsificadas denúncias do mensalão que quitavam débitos do governo anterior pela compra da emenda da reeleição. No entanto, o segundo mandato do primeiro governante a se beneficiar com tal emenda e, no primeiro ano do segundo mandato do governo seguinte. Aos olhos dos maus informados, olhos fustigados pelos integrantes, não só de uma oposição política a um grupo que ocupava o poder executivo, "nunca teve o comando do legislativo" o judiciário, terceira parte de uma verdadeira democracia, é ocupada por uma elite cultural, que se constrói ao longo do tempo, exatamente por quem sempre teve privilégios, que nunca se preocupou com a alteração da estrutura de distribuição de renda.

Aquela "sucinta" realizada, é somada a um sentimento fabricado por uma "fé", vinda de um tempo quase eterno, que as organizações religiosas, aceitavam facilmente as escravizações, convivia com a misoginia e a intolerância religiosa, "a homofobia" foi sempre um elemento de classe, na alta roda, existe, e não sofre discriminação, já nas estruturas populares, foi uma das principais bandeiras que permitiram a eleição do inominável e, deu a este retrógrados pensamento, uma maioria legislativa que permite uma outra agressão ao desenvolvimento equilibrado, que respeite o meio ambiente.

Entre as muitas bandeiras da "tiurma" por trás do ex-despresidente", é o "liberô" geral das agressões ao meio ambiente. Esta maioria parlamentar, inimiga da preservação, ou seja, que na prática rejeita todo e qualquer controle, que limite a capacidade de respeitar regras que garantam inclusive a qualidade das águas que consumimos. Ontem esta fração do parlamento, eleita para ser apoio de um governo, que negava a ciência, passando pelas vacinas, até ao incontestável fato do planeta Terra girar no espaço, com uma forma quase redonda.

A parte "conservadora" na verdade retrógrada do legislativo aprovou ontem "16/07/25", um afrouxamento das regras de licenciamento ambiental. Dizer que isto acontece justamente no ano que o país sediará a conferência sobre o clima da ONU, chega a ser supérfluo.

A discussão é até que ponto vai o confronto entre o bom censo, "humanidade" e a barbárie, ou seja, coisas que não sejam aceitáveis aos olhos de quem quer ganhar hoje. O amanhã?

Este amanhã, na ótica da visão de um deus único, que teria dado a vida e o planeta, aos homens dos bens, para que estes explorem livremente os recursos naturais do planeta.

Se o planeta for destruído, este mesmo deus dos homens de bens, proverá a estes um novo planeta para uma nova destruição. Os restantes dos homens, aqueles desprovidos destes bens, que se lasquem.

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