segunda-feira, 21 de julho de 2025

TOMO MCMXIII - INEXISTENTE GUERRA DAS CORES

Hoje, 21/07/25, o
stentando minha ostensiva camisa vermelha, fui interpelado por um taxista que, ostensivamente, indagou se minha camiseta vermelha era coisa de comunista?
Honestamente, pensei em responder, mesmo, sem ponderar muito, refleti, qual seria o "QI", de alguém, que passa o dia dirigindo um veículo de frota, mas se acha, o dono do modo de produção.

Poderia até pensar em explicar que o cor vermelha atribuída como ser a cor símbolo dos progressistas, tem a origem no fato, de correr sangue nas veias de quem luta, que esta cor vermelha, é um questionamento ao tom azulado das veias dos nobres, que em virtude da falta de contato com a luz do Sol, realça tal cor, enquanto os que trabalhavam a terra de Sol-a-Sol, precisava, ao menos saber que corre sangue em suas veias e lutar em defesa de toda a pregação religiosa, que diz que houve um Deus que teria criado a terra e o homem, que deveria reinar sobre todas as coisas. Não alguns poucos homens.

Pensar, realmente pensei, nas refleti, também, sobre o "bolhismo", algo sobre qual, as ciências sociais, ainda irá se debruçar um dia. Refleti, principalmente, na impossibilidade de furar tal bolha. Mesmo que tal discussão com um ardoroso integrante de uma das muitas bolhas, que constitui o bolhismo da direita, só expliquei, que minha camiseta vermelha de hoje, tem relação com os combatentes do fogo, os bombeiros, que desde a invenção da máquina a vapor, há brigadas das forças de segurança, "polícia" treinada para combater incêndios, que minha camiseta é de uma ONG, que propaga os soldados do bem. Que atuam para atenuar as agruras de quem sofre. Apenas isto.

Mas, a questão do bolhismo, martelou em minha cabeça, fez, apagar, tanto o título, como os primeiros parágrafos da crônica de hoje e discutir sobre a inexistente guerra das cores.

Em oposição à lógica insana e discriminatória e encriminatória, de forma até, um tanto poética, imaginei. O amarelo das camisetas dos golpistas, é muito amarelo, de quem amarela, na hora de lutar por justiça, mas, se faz de leão, nas lutar pela traição, o verde, que compõe, boa parte deste espreita, é a imensurável valentia, quando em bando, mas de fuga rosnativa, o rosnar de cães em fuga, papel dos bozos, hoje em dia, mas, que de maneira sombria, conta com o "rosnar" de seus lacaios, das forças de segurança, que foram, não são mais, pagos, para defender as posses usurpadas de todos.

O amarelo desta covardia, que defende "os veias azuis", são exatamente iguais aos motoristas de táxi de frota, por se sentir como os únicos a ganhar com os suores de seus corpos, defendem intransigente os direito de serem explorados. O branco, que completa a bandeira, nesta inexistente guerra das cores, é da falta de sangue nas faces, já que quando acuado, nosso cérebro, automaticamente desvia nosso precioso líquido vermelho para as pernas, já que são elas, que nos permitem correr.

Já fora da inexistente guerra das cores, mas, discutindo o bolhismo. Seria impossível imaginar um pobre numa nação miscigenada, defender alguém que abertamente foi favorável à tortura, vista que si os pobres são levados às delegacias, acusados de ter praticado crimes, "como passar na frente de uma mansão", quando se é ao mesmo tempo, pobre e negro, "no Brasil o grosso da população, tem a cor "parda" em suas certidões nascimento, que uma variação da "da inexistente moreno-claro", que nos levaria a uma outra afirmação do inominável, "negro se pesa em arrobas" chamando seus apoiadores de gado.

Poderíamos ir muito além, mas, este bolhismo, é coisa para as ciências sociais de um futuro qualquer.

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