terça-feira, 29 de julho de 2025

TOMO MCMXXI - ENTRE O TOCAR O TROMPETE E O ASPIRAR UMA GAITA DE SOPRO

Em nossa última viagem à Brasília, nos foi permitido, trocar algumas poucas palavras, com o trompetista Fabiano que, além de ser candidato a deputado pelo PT, no distrito federal, pode também ser conhecido como o pesadelo do Jair - aquele que certamente não irá a nenhum "haper-hour" nos próximos finais de semana..., e esperarmos; pelos próximos quarenta anos.

O som do trompete, tocando uma marcha fúnebre, tem sido uma diversão aos ouvidos de quem não deixou ser hipnotizado pelas mesmas e velhas ladainhas, aquelas ladainhas, vindas, ao menos, desde os fatos que propiciaram a segunda grande guerra, a ascensão do nazismo numa Alemanha destruída pela primeira e, que foi obrigada a se contentar com um humilhante acordo de paz.

A turma, que sem assumir, têm muitas simpatias por práticas, muito comum aqueles tempos, como  racismo, xenofobia, misoginia e intolerância religiosa. Ops, falando na turma do Jair, aquele ausente das festas dos finais de semana, a xenofobia, não inclui todos os estrangeiros, ainda que curiosamente, exclua os brasileiros.

A turma do Jair, parece adorar aspirar um tipo específico de gaita, a gaita de sopro do laranjão.

A festança destes, com a sansões econômicas contra nossa pátria, ops, é bom lembrar, que os adeptos do Jair, que não vai, sequestraram, além da inteligência, do patriotarismo, da bandeira nacional, das cores da camisa da seleção nacional de futebol, chegando inclusive, ao cúmulo, que seu filho, "o 01", aquele que a mérdia colaborativa, aquela que fingia não ver, o desastre que foi a desgestão do inominável, muito menos, que houve a explícita tentativa de golpe, que atingiu o ápice, "não o final" naquele trágico "08/01/23". 


Ainda que nem mesmo a tal mérdia colaborativa, tem comprado a tese que o Brasil deva "orgulhosamente" voltar aos honrosos anos de mil e quinhentos, quando éramos uma colônia de uma metrópole distante. Ainda que esta mérdia, não embarque nos clamores da turma do Jair, que não vai sair, continua procurando nos seios do entreguismo, um bozoloide, que coma de "garfo e faca", ou seja, alguém que não queira retornar a mil e quinhentos, mas, que pinte, com cores pulsantes, uma volta ao séc XIX, quando fomos elevados a condição de vice-reino, tínhamos um governo em nosso território, mas, não autonomia administrativa.

A puxação de saco dos entreguistas, aqueles que clamam por um colonialismo assumido, a turma que fecha e não abre, com o nome de um dos bozos, para disputar as próximas eleições presidenciais, se possível, que o laranjão, interfira no judiciário brasileiro e anule, as acusações "primeiras" da tentativa de golpe, ou para os defensores de uma tese em que o boné com a expressão "MAGA", trêmula juntamente com as bandeiras do império do mal e a do genocida Estado de Israel, no mesmo mastro que o pendão nacional.

Se isto não for uma assumida troca de opção, a de ouvir o som de um trompete e a insaciável vontade de aspirar a gaita de sopro? Não sei o que é?

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