O relatório vem antes de uma revisão da UE de seu orçamento de 2024, bem como do chamado Quadro Financeiro Plurianual (QFP) para os anos de 2021-2027.
De acordo com o jornal, a disposição dos estados membros da UE para cobrir os custos do orçamento único é baixa, particularmente na Alemanha, o contribuinte líquido mais importante para a união. Tudo isso pode prejudicar a capacidade da UE de financiar suas prioridades ou reagir a eventos imprevistos e colocar em risco programas emblemáticos, alerta o veículo.
O relatório apontou que o bloco tem muitos gastos obrigatórios, o que o deixa com menos de €30 bilhões (US$ 32 bilhões) por ano para apoiar a Ucrânia, acelerar a transformação energética, fortalecer a indústria de chips, impulsionar a produção doméstica de tecnologia limpa, abrir novas fontes de matérias-primas e combater a iniciativa da Rota da Seda da China.
Confinada a gastos obrigatórios rígidos, “a UE não pode se tornar uma potência geopolítica”, concluiu Handelsblatt, observando que, com a atual estrutura orçamentária, o bloco econômico não está à altura de seus desafios.


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