
Por: Carlos Aznarez

Por: Carlos Aznarez

O chefe de Estado russo envia mensagem oficial para o Dia da África e destaca a vitória histórica de seus povos contra o colonialismo.
Sou constantemente levado a uma viagem mental pelo tempo. Nela, revivo a frustração de não conseguir fazer com que as pessoas próximas abrissem os olhos para os erros de um ontem qualquer — erros que, somados, construíram os equívocos do presente e perpetuaram os enganos de sempre.
Imagine comprar um pacote para uma praia paradisíaca e descobrir que a tal praia fica, na verdade, às margens do Rio Tietê — banhada por espumas químicas, não biodegradáveis.
As razões desse frisson são claras: a febre publicitária criada pelas marcas que vivem do futebol. Os anunciantes alimentam essa euforia, e a mídia faz questão de amplificá-la, indo a cada rincão do país mostrar ruas decoradas, bandeirolas, pinturas e as tradicionais “passagens de chapéu” — um financiamento coletivo para as decorações. Esse gesto popular, ao menos, é salutar.
Na última terça-feira, 13 de maio de 2026, durante o velório do meu irmão, além dos encontros típicos dessas horas, havia no ar um assunto incômodo: o Banco Master. Até aí, tudo bem — ou estaria, se não fosse por um certo fog.
Desde o seu início, na década de 1970, a guerra às drogas promovida por Washington na América Latina tem sido alvo de controvérsia e debate....