Quando ouço o nome Tatiana, penso imediatamente na mãe do Gael. Ainda não conheço o Gael, mas lembro da Tatiana correndo pelo quintal — uma imagem viva e afetiva.
Fique de cabeça para baixo. O sangue sobe ao seu rosto, o quarto gira, mas algo notável acontece: o mundo teimosamente permanece na posição correta.







