Uma empresa de tecnologia perdeu, em apenas um dia, 3,5 bilhões de dólares em valor de mercado, o equivalente a 10%. Esse montante curioso corresponde a dez vezes o valor de algumas empresas multinacionais. Ainda que saibamos o poder que a tecnologia terá no futuro da humanidade, esse poder permanece, por ora, apenas como promessa.
Para dimensionar o significado disso, recordemos o período do desgoverno do “incirculável”: quem recebia um salário de R$30.000 era obrigado a pagar imposto de renda. Já em 2026, quando o “incirculável” não pode mais circular, surge de seu bolso um novo personagem trágico — um Tarcínico turístico de Freitas — que se lança candidato à presidência, apenas para, mais uma vez, perder. Caso repita sua última performance em debate, o resultado poderá ser tão desastroso quanto o governo do “bozo” original. Uma verdadeira tragédia.
Na visão da bolha bolsonarista, contudo, gasolina a R$10, óleo de soja a R$13 e arroz a R$40, com um salário mínimo de R$1.200, representavam uma condição de vida melhor do que a atual. Esse “bolhismo”, viver em bolhas, distorce o pensamento. Trata-se de uma perversão alimentada por lideranças religiosas que, desde manipulações herdadas do Império Romano, tornam-nos incapazes de distinguir amor de ódio. O Cristo que pregava “dar a outra face” é transformado em símbolo de uma submetralhadora.
Ainda no campo das contradições, um jogador de futebol abre mão de 30 milhões de reais para voltar a jogar no Brasil — valor que, em contraste, um trabalhador comum jamais veria, mas que era obrigado a pagar imposto de renda durante a gestão do inominável. É impossível convencer um integrante da bolha de que a “fila do osso” não é boa.
Além do caos da “fila do osso”, ignorado por aqueles que vivem na bolha, também se despreza o significado da democracia. Se não se valoriza a democracia, cultuam-se, abençoados por suas lideranças, as ditaduras. E, nesse cenário, o chefe do clã chega a propor a reimplantação de uma monarquia. Não uma monarquia qualquer, mas uma monarquia teocrática: um Cristo armado de fuzil garantindo a seus pastores o direito de impor suas vontades ao povo.
PIRÂMIDES
Há uma curiosa simetria,
Entre todas as culturas,
Que muito tempo antes,
Das modernas arquiteturas,
Construíram pirâmides.
Nestas pirâmides, uma estranha simetria,
A base tinha, cente e vinte vezes,
A extensão da altura,
Curiosidade, sim,
A proporção das distâncias,
Entre a Terra e o Sol,
"Base",
Da Terra à Lua,
"Altura".
O povo comospolitano,
Também é ecper,, na construção de pirâmides,
Já, a proporção, exatamente proporcional,
Seguindo a mesma lógica,
Uma irrefutável lógica matemática.
A proporção, que difere,
Não é bem cento e vinte.
A proporção fica nos cem.
Sim, 100% dos prejuízos,
Ficam com o povo,
Sim, o povo via impostos,
Arca, com 100% dos lucros,
Enquanto, os arquitetos,
Nobres e honestos senhores burgueses,
Embolsam 100% dos bônus.
Santo Semfé

Nenhum comentário:
Postar um comentário