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Além do Arizona, Geórgia, Nevada e Pensilvânia, as corridas no Alasca e na Carolina do Norte ainda estão muito perto de serem anunciadas; no entanto, a previsão do SBP en 3 de novembro está sendo confirmada.
Gustavo Machado, (um PhD em ciência da computação que trabalha para o governo dos EUA, que desenvolveu o algoritmo previu a vitória de Trump na eleição anterior, e agora, em 03/11/2020, a eleição de Biden para a presidência), foi entrevistado pela equipe da SBP no dia 4 de novembro. Quando questionado sobre como ele era capaz de prever a vitória de Biden, Gustavo disse: "Sr. presidente facilitou minha vida, porque criou uma segregação que permitiu à matemática determinar em que hora e tipo de dados entrando , cada lote conforme chegava era para determinar as probabilidades. Além disso, dados públicos e registro de eleitores tornaram mais fácil treinar, criar e determinar fórmulas que, em última análise, aumentaram essa probabilidade de previsão." Ele encontrou problemas para criar o algoritmo por que, segundo ele, "A pré-votação desempenhou uma grande quantidade de dados computacionais sobre esta eleição e causou confusão, especialmente por que a maior porcentagem de eleitores pertence a somente um partido."
Todos os olhos voltados para o estado: a Pensilvânia
O estado que pode levar Biden a ultrapassar o limite de 270 votos necessários para ganhar a presidência, poderá concluir a maior parte de suas contagens pendentes na sexta-feira, disseram autoridades locais. O ex-vice-presidente está atrás do presidente Trump apenas por um pouco mais de 18.000 votos no estado de Keystone, depois de ter perdido em um ponto por mais de meio milhão de votos nas horas após o fechamento das urnas. Dezenas de milhares de votos - a maioria deles de áreas fortemente democratas, incluindo ao redor da Filadélfia - ainda precisam ser contados.
Corrida acirrada na Geórgia
Na Geórgia, outro estado que Trump não pode perder com seus 16 votos eleitorais, a vantagem de Biden na votação pelo correio o levou a 500 votos do presidente, já que os resultados chegaram do condado de Fulton, próximo a Atlanta, com 99% dos votos estaduais contagem relatada. Trump não consegue encontrar um caminho para 270 votos eleitorais sem a Geórgia e a Pensilvânia, então suas chances de garantir a reeleição dependerão dos acontecimentos nos dois estados nas próximas horas.
Trump monta estratégia legal agressiva
A equipe de Trump, buscando manter vivo seu estreito caminho para a vitória, lançou uma enxurrada de contestações jurídicas às vezes contraditórias e dispersas, sem apresentar evidências de irregularidades, exigindo que a contagem de votos continuasse em estados onde ele estava atrás e querendo que fossem encerrados, mesmo pela força , naqueles onde ele lidera.
UM ESPAÇO DEMOCRÁTICO COM NOTÍCIAS, ENTRETENIMENTO E INFORMAÇÃO
A Estilo é uma rádio jovem, moderna e antenada
A ESTILO - WEBRÁDIO está sediada em São Paulo, levando ao ar as notícias mais importantes do Brasil e do mundo, misturando, na dose certa, boa música e informação.
Com o objetivo de incentivar a diversidade artística (Nacional e Internacional), apoiando artistas consagrados e abrindo portas para os novos talentos, promovendo assim a cultura e a diversidade, o mais importante é se tornar uma referência de música de qualidade para os milhares de ouvintes amantes da música e ofertar conteúdo informativo de interesse para a cidadania.
BOULOS E PELÉ NA ESTRÉIA DO SUPER BATEPAPO
O programa traz entrevista com Guilherme Boulos que analisou a conjuntura eleitoral e expos os principais objetivos de sua candidatura.
Muito à vontade o representante do Psol na corrida pela prefeitura de São Paulo respondeu entre outras questões os ataques dos adversários á direita que tentam convencer o eleitorado que havendo uma vitória de Boulos suas casas seriam invadidas e destacou a importância da experiência de Luiza Erundina num eventual governo psolista.
PELÉ 80/ANOS - O REI DO FUTEBOL





Esse discurso foi usado (e
inventado) na década de 1980 pelo PMDB como forma de desqualificar especialmente
o PT. E era uma causa amplamente abraçada pelos partidos comunistas, que na
época agrupavam-se no “partido ônibus” (PMDB) e morriam de medo de perder o seu
suposto protagonismo na esquerda. O que não adiantou nada, uma vez que na
década de 1980 o seu protagonismo já era bem limitado.
Hoje se realizam no campo
progressistas esforços pra que o PT retire a candidatura do Jilmar Tato em São
Paulo em favor da chapa Boulos/Erundina, do PSOL. E que no Rio de Janeiro o
PSOL renuncie em favor de Benedita Silva.
Entendo a preocupação dos progressistas no Rio de Janeiro e em São Paulo, metrópoles destruídas e abandonadas. E entendo também que esses esforços deveriam ter sido feitos ANTES das eleições.
Pouco adianta buscar paralelos na Argentina, Chile ou Bolívia, como alguns veem fazendo, países com uma história política muito diferente do Brasil.
Entendo que Boulos é um dos melhores quadros da esquerda e é por isso – mas não só por isso - meu candidato em São Paulo. Sua vitória daria uma nova esperança à cidade, evitando que ela fosse governada por aventureiros perversos que nada farão por ela.
A não ser, talvez, envergar pateticamente
sobrenomes ilustres (Bruno Covas), construir palanque para o Inominável (Joyce
e Russomano) ou ficar eternamente em cima do muro, mas sempre pendendo para a
direita (Márcio França). Nenhum dos candidatos mencionados aqui merece mais do
que repúdio. São a incompetência, o reacionarismo e o desprezo pelos pobres
numa mesma embalagem.
Sem contar que a vitória da chapa
Boulos/Erundina traria novo alento às forças de esquerda e seria um importante
foco de resistência contra a direita retrógrada incrustrada no governo federal
e em muitos estados.
Por outro lado, chantagear o PT para que o partido retire a candidatura – ou o PSOL no Rio e em Porto Alegre - nesse momento remete-nos apenas a um tipo de estelionato eleitoral inaceitável. As pessoas tem o direito de optar pela candidatura que melhor lhes representa. Se o eleitorado progressista da Paulicéia entender que Boulos é o melhor, vote em Boulos, oras!
E tente convencer seus amigos, parentes e vizinhos pelos motivos
mais nobres da politica e não pelo rebaixamento dela utilizando a tese do tal
voto útil.
Não se pode transigir com políticas que condenam os trabalhadores á mendicância ou com políticos que se omitiram diante do avanço do neofascismo.
Uma frente se constrói politicamente
com um programa acordado por todas as partes, concessões – sem perder a
perspectiva de esquerda, bem entendido – consultas à militância que constrói os
partidos na base no dia a dia e não simplesmente com acordos de cúpula. E,
sobretudo, não às vésperas das eleições!
E se uma parte do PSOL entendesse
que o PT pode até ser adversário, mas que os verdadeiros inimigos são os
inimigos de classe e os seus agentes vociferantes na igrejas milionárias, na
mídia corporativa e nas redes sociais.
Em tempo: #forabozofascista
Acompanhe o Super Batepapo com Guilherme Boulos - PSOL
DINHEIRO E FAMA NÃO COMPRAM A COR
MAS, O TALENTO RESITE!
Não creio que algum dos milhões de fãs do ex-Beatle John Lennon jogue fora seus álbuns ao descobrir que John, com seu primeiro filho Julian, foi um pai ausente e abusivo ou foi o tempo todo agressivo e igualmente abusivo com sua primeira esposa, Cynthia. Lennon afirmou numa entrevista que seu filho com Cynthia era fruto de uma bebedeira. E arrematou de maneira grosseira:
“Não
vou mentir para Julian. Noventa por cento das pessoas neste planeta,
especialmente no Ocidente, nasceram de uma garrafa de uísque em uma noite de
sábado e não havia intenção de ter filhos”.
Pai exemplar...
Tudo bem, parece que John foi um pai e um marido melhor para Yoko e para Sean, o filho que teve com artista japonesa. Mas Julian várias vezes lembrou-se de maneira amarga da sua infância com aquele pai ausente e abusivo, que disse para o próprio que: "odiava sua maneira de sorrir!"
Seria ainda fácil dizer que Rousseau, pai das ideias democráticas modernas, teve vários filhos, todos abandonados à adoção pública, que Karl Marx teve um filho bastardo com a governanta – que Engels assumiu a paternidade - ou que Ernest Hemingway, o escritor norte-americano, era misógino, abusava das suas parceiras e as queria obedientes e submissas. O grande poeta Ezra Pound trabalhou na Itália para o fascismo. A lista é longa. De artistas e pensadores geniais que na vida particular tiveram atitudes abjetas.
Por que Pelé deveria ser julgado
pela posteridade pela sua moral, inegavelmente discutível, e não pelo seu
futebol? Pelé foi pior do que a média dos esportistas, em sua maioria, alienados,
egocêntricos e individualistas?
Li muita adoração boba em torno do “rei”, mas também muita espinafração, comparações desfavoráveis com uma possível – e falsa – consciência social de Maradona.
Vamos deixar claro: alguns brasileiros só espinafram Pelé por que ele é brasileiro. E negro! Vocês duvidam?
Lembro das gentes – sou um homem idoso, lembram? - fazendo piadas grosseiras e preconceituosas sobre Pelé em razão dos seus relacionamentos com mulheres brancas. Vocês sabem, um branco quanto “ganha” uma “mulata” é o cara! Um negro que seduz uma mulher branca é um grande sacripanta. E a mulher, obviamente é uma meretriz de olho em seu saldo bancário! Uma vagabunda que não sabe que mulher branca não pode gostar de preto!Quando Pelé se separou da primeira esposa, a imprensa fofoqueira anunciou aos quatro cantos que a razão era sua suposta filha loira. Sim, a menina tem cabelos claros e... pele escura como a do pai! Infâmia pura.
No fundo o discurso era, apesar de
Pelé se esforçar sempre para ser o “negro de alma branca”, que aquele preto não
sabia o seu lugar. Onde já se viu um negro, e brasileiro, jogar tanta bola? Era
necessário arrumar um gringo, de preferência branco para dizer que era mais
jogador e um homem melhor. Só que não!
Inventem o que quiserem. Melhor, digam a verdade que quiserem. Pelé, como jogador de futebol foi o melhor de todos. Ao lado de Michael Jordan, Usain Bolt e Mohamed Ali, foi o maior atleta que vi em ação.
O mesmo público que não consegue
separar o futebol extraordinário de Pelé de sua vida bastante ordinária! E por
vezes mesquinha.
Desde o seu início, na década de 1970, a guerra às drogas promovida por Washington na América Latina tem sido alvo de controvérsia e debate....