sábado, 19 de outubro de 2024

TOMO MDCXIL - JÁ QUÊ NÃO DÁ? TEM DE DAR, PREJUDICANDO A TODOS

Se há algo inquestionável, é a inexistência de projeto da construção de uma pátria, pelas elites brasileiras, se há algo maior que esta incompetência, "inclusive, a incompetência de sonhar" como não há a ousadia de sonhar, não há a competência de por a prática, aquilo, que nem sequer foi sonhado!

FIM DA FILA: Pentágono diz à Ucrânia para usar drones em vez de mísseis dos EUA

Os drones de longo alcance da Ucrânia são muito eficazes e mais baratos do que os mísseis ocidentais, e Kiev não precisa da permissão de ninguém para implantá-los, argumentou o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin.

Kiev tem clamado várias vezes por armas ocidentais de longo alcance e permissão para usá-las em ataques bem no interior da Rússia. O presidente russo Vladimir Putin alertou que isso significaria conflito aberto com  a OTAN e propôs mudar a doutrina nuclear de Moscou de acordo. 

Falando com repórteres após a reunião dos ministros da defesa da OTAN em Bruxelas na sexta-feira, Austin se esquivou da pergunta sobre mísseis ocidentais de longo alcance que implicavam que a "chantagem nuclear" de Putin foi bem-sucedida.

Ele também negou que os EUA possam ter dito à Ucrânia para parar de atacar profundamente a Rússia com drones.

Vimos ucranianos usarem sua capacidade de ataque de UAV de longo alcance com grande efeito”, Austin disse aos repórteres. “Eles são capazes de produzir esses UAVs na Ucrânia. Eles são capazes de escalar essa produção rapidamente. Os UAVs provaram ser muito eficazes e precisos. Isso torna nossos mísseis de longo alcance redundantes

Quando você considera o fato de que um míssil guiado de precisão custa, em alguns casos, perto de US$ 1 milhão – dependendo do que for – e esses UAVs podem ser produzidos em grandes números por uma fração do custo”, Austin continuou. “Então você olha para o balanço e os efeitos que estão sendo criados no campo de batalha, eu acho que essa é uma grande capacidade.”

Como eles usam a capacidade que estão produzindo vai ser uma decisão deles”, observou o chefe do Pentágono.

No início deste ano, a Ucrânia lançou uma série de ataques de drones à infraestrutura russa, incluindo depósitos de petróleo e refinarias. O governo dos EUA supostamente pressionou Kiev a encerrar os ataques, por preocupação de que eles pudessem perturbar substancialmente os preços do petróleo durante o ano eleitoral.

O próprio Austin disse ao Senado em abril que estava preocupado com o "efeito cascata em termos da situação energética global" dos ataques de drones ucranianos às refinarias russas. Enquanto isso, uma de suas vices, Celeste Wallander, disse aos legisladores que os ataques "não alteraram significativamente a capacidade da Rússia de prosseguir com a guerra.

A resposta de Moscou à ofensiva de drones de Kiev foi uma série de ataques de mísseis que prejudicaram a infraestrutura energética da Ucrânia. Os ataques ucranianos de longo alcance se tornaram muito menos frequentes desde então.

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Não há mais soldados para lutar com armas da OTAN na Ucrânia

No Army Left To Fight With NATO Weapons In Ukraine

Zelensky finalmente apresentou seu plano de vitória, que na verdade não passava de outra lista de demandas. Não havia ideias fundamentalmente novas.

A OTAN deveria se envolver ainda mais na guerra e suspender quaisquer restrições a ataques no território russo, ajudar a defesa aérea ucraniana e abater aeronaves russas.

O Ocidente é obrigado a aprofundar o conflito com Moscou e cuidar da segurança da Ucrânia, convidando Kiev para a OTAN e implantando algum “pacote abrangente de dissuasão estratégica não nuclear” em seu território.

Em resposta, Kiev vende as riquezas da Ucrânia para o Ocidente. A Europa e os Estados Unidos desenvolverão as indústrias estratégicas e econômicas da Ucrânia. Assim, eles terão acesso aos recursos ucranianos.

Além disso, Zelensky propõe substituir o contingente dos EUA na Europa pelo exército ucraniano após a guerra. Levando em conta a experiência militar ucraniana de derrotas constantes, é improvável que os europeus aceitem tal ideia.

Desde o primeiro ponto, o plano de Zelensky não é um plano de paz, mas sim de guerra. Esta é a lista de desejos irrealizáveis, dos quais os aliados da Ucrânia repudiaram.

Em uma tentativa de amenizar outro fracasso de Kiev, seus parceiros ocidentais estão declarando mais pacotes de ajuda militar. Os Estados Unidos anunciaram a alocação de um novo pacote de US$ 425 milhões. Ele incluirá mísseis para sistemas de defesa aérea, munição ar-terra não identificada, veículos blindados e outras munições.

A Austrália vai enviar 49 de seus tanques M1A1 Abrams dos 59 armazenados para a Ucrânia. A entrega será realizada como parte de um pacote de ajuda de US$ 245 milhões, e os EUA já permitiram a reexportação de seus tanques. De acordo com a mídia local, os Abrams australianos estão em boas condições e apenas alguns deles precisarão de reparos antes de serem enviados para a Ucrânia.

Os tanques Abrams fabricados nos EUA mostraram sua baixa eficiência e as forças ucranianas já perderam a maioria deles nas linhas de frente; mas um novo lote grande de Abrams da Austrália poderia ajudar Kiev não apenas a compensar a perda, mas também a aumentar consideravelmente o número total desses tanques no campo de batalha.

Enquanto o Ocidente faz o possível para prolongar a guerra e manter vivo seu regime fantoche de Kiev, pode não haver mais soldados no exército ucraniano para lutar, embora com armas da OTAN.

De acordo com estimativas de fontes de monitoramento ocidentais, desde o início da guerra as perdas das Forças Armadas da Ucrânia atingiram 1,8 milhões de pessoas, das quais 780 mil foram mortas. As perdas ucranianas de junho a meados de outubro foram impressionantes: até 55.000 – 65.000 pessoas a cada mês.
Sofrendo perdas intoleráveis, Kiev intensifica a mobilização, envia jovens, idosos e mulheres para a frente de batalha, procura urgentemente por bucha de canhão fresca nas ruas e permite que estrangeiros comandem suas unidades, etc.

Beirute, capital da resistência

Beirute, capital da resistência


Uma cidade é feita de muitas contradições, das suas luzes e sombras, dos seus cheiros e sons e, sobretudo, das histórias de quem nela vive. Das costureiras aos artesãos, dos taxistas às cozinheiras. O Líbano é, hoje como no passado, um lugar assediado pelas bombas israelitas, onde mulheres e homens enfrentam a invasão com a dignidade de quem entende estar do lado certo da história. Beirute, uma vez mais, é a capital da resistência.

Esta mulher que está sentada no chão, de negro da cabeça aos pés, na marginal de Beirute, não tem praticamente nada. Não tem nome porque não se quer identificar nem que se lhe mostre o rosto. Um chapéu de sol, um colchão individual de espuma e a roupa que tem no corpo foi tudo o que conseguiu trazer na noite em que Israel começou a bombardear o seu bairro, nos subúrbios a sul de Beirute. Já passou uma semana desde que fugiu de casa com a família. A princípio, lavavam-se num dos muitos hoteis e condomínios de luxo com vista para o Mediterrâneo. Agora, nem isso podem fazer, diz, porque os proprietários se fartaram. Como esta família, há milhares de famílias por todas as partes. No areal da praia, no passeio marítimo, nos separadores e rotundas, em jardins, escolas, em varandas de casas sobrelotadas.

O governo libanês afirma que há, neste momento, um milhão de refugiados, números nunca vistos num país que já foi invadido por Israel quatro vezes, que viveu uma guerra civil e que tinha, até há bem pouco tempo, no seu território, cerca de dois milhões de refugiados palestinianos e sírios. Milhares de libaneses fogem agora para a Síria e para o Iraque. Os ricos fogem de iate para Chipre, numa prova irrefutável de que, como sempre, as tragédias são vividas de forma diferente consoante a classe social a que se pertence. Contudo, Beirute não esquece os seus e, por todo o lado, em cada esquina, é possível ver quem descarregue colchões, garrafões de água e outro tipo de víveres essenciais. E em vários pontos da cidade, organizações políticas recorrem à força para rebentar as portas fechadas de hotéis e edifícios desabitados para abrigar os refugiados, como aconteceu no bairro de Hamra, numa das primeiras madrugadas a seguir aos primeiros bombardeamentos. Num ato de revolta, gritando contra Israel, cerca de meia centena de jovens arrancaram o portão de um prédio vazio e a seguir conduziram várias famílias para o seu interior.

Dahieh, o coração da resistência

Esta mulher que está sentada no chão sem praticamente nada não é de um bairro qualquer. É de Dahieh, e Dahieh é uma espécie de nome maldito para Israel. Todas as noites, sem exceção, a população que vive no bastião do Hezbollah é castigada por apoiar a resistência. Foi aqui que no dia 27 de setembro a aviação israelita lançou 80 bombas com quase uma tonelada de explosivos sobre o quartel-general da organização xiita para matar Hassan Nasrallah e outras figuras importantes. De lágrimas nos olhos, diz ainda não acreditar que morreu. “Precisamos do Hezbollah para nos defender”. Durante quase um dia, o país parou em suspenso. Apoiantes e inimigos, todos esperavam saber da sorte de Nasrallah. Por volta das 14 horas do dia seguinte, gritos e lágrimas tomaram conta das ruas. E mulheres vestidas de negro como esta choraram a morte do seu herói.

O histórico secretário-geral do Hezbollah negociava uma trégua quando foi assassinado por Israel, o mesmo que acontecera ao líder do Hamas, Ismail Haniyeh, no Irão. Então, os Estados Unidos haviam prometido a Teerão que Telavive aceitaria o cessar-fogo se não respondesse ao atentado. Com a cumplicidade dos Estados Unidos, não só isso não aconteceu, como Israel estendeu a sua guerra ao Líbano e intensificou os ataques na Síria e no Iémen.

Caminhar pelo bairro de Dahieh é percorrer ruas completamente destruídas, ver automóveis esmagados e crateras onde antes havia prédios. É um cenário desolador. Sobre uma montanha de destroços, alguém pôs o retrato de Hassan Nasrallah. “Fuck Israel, we will win!”, gritam vários jovens quando se apercebem de que há jornalistas na zona. À Voz do Operário, um militante do Hezbollah que aceita falar sob anonimato recorda o papel do até agora líder da organização. “Era enorme. Tiveram de usar uma tonelada de explosivos para o matar. Prevaleceremos e venceremos”, afirma.

Há, neste momento, por parte de Israel, uma campanha de assassinatos de dirigentes das principais organizações da resistência libanesa e palestiniana. No bairro de Kola, em Beirute, a aviação israelita destruiu três andares de um prédio para matar três destacados militantes da Frente Popular para a Libertação da Palestina, a histórica organização comunista que combate ao lado do Hamas e outras forças da resistência contra as forças de Israel em Gaza e na Cisjordânia.

A violência do ataque atirou varandas de ferro para o outro lado da rua. Ali, num descampado debaixo de um viaduto, centenas de documentos, livros e cartazes jaziam inertes como prova de fogo. Um documento de saudação à libertação de Lula da Silva da prisão, um cartaz com Fidel Castro a discursar em Havana e o retrato de Lénine eram alguns dos objetos que se podiam encontrar no local. No dia seguinte ao ataque, milhares de palestinianos e libaneses acompanharam o funeral que percorreu os vários campos de refugiados.

Israel ataca hospitais e centros de saúde


O Hospital Rafik Hariri fica ao lado do campo de refugiados palestinianos Mar Elias e demasiado perto de Dahieh. É o maior centro hospitalar de Beirute, com espaço para 550 pacientes. Todos os dias chegam aqui mulheres e homens vítimas das bombas de Israel. Neste momento, 80% da capacidade ocupada corresponde a feridos de guerra. “Até ao momento, temos reduzido ao máximo casos que podem ser adiados. Queremos todas as camas para as vítimas da guerra”, explica Jihad Sade, o diretor hospitalar, no seu gabinete. Com a experiência de quem já viveu várias invasões israelitas, descreve os trabalhadores que dirige como muito preparados para tratar o tipo de feridas mais comuns neste cenário de conflito.

Com o número de mortes provocadas por Israel desde 8 de outubro de 2023 a chegar aos 2 mil, incluindo 127 crianças, Jihad Sade diz que é imprevisível o comportamento de Telavive em relação aos equipamentos de saúde. Em Bachoura, um bairro central de Beirute, Israel atacou um centro de saúde durante a noite e matou nove profissionais de saúde. Como em Gaza, as forças israelitas não têm linhas vermelhas e ao fecho desta edição tinham morto já 73 destes trabalhadores em diferentes partes do país.

De acordo com este médico, a guerra vai acabar quando houver respeito entre todos. “Dêem direitos [aos palestinianos]. A força é temporária e o conflito não vai acabar se não respeitarem os direitos [dos palestinianos].

Polícia britânica faz busca em casa de jornalista

A polícia antiterrorismo do Reino Unido invadiu a casa em Londres de um jornalista e editor associado do site Electronic Intifada na quinta-feira, apreendendo vários dispositivos eletrônicos. Asa Winstanley é conhecido por suas críticas ao genocídio de Israel em Gaza.

Policiais chegaram à casa de Winstanley com mandados e uma carta supostamente informando que a polícia estava investigando “possíveis delitos” relacionados às suas postagens nas redes sociais, de acordo com um artigo no Electronic Intifada.

A carta do Comando Antiterrorismo do Serviço de Polícia Metropolitana declarou que as autoridades estavam cientes da profissão de Winstanley como jornalista, mas que "não obstante, a polícia está investigando possíveis delitos" sob as seções 1 e 2 da Lei de Terrorismo de 2006, que se relacionam ao delito de "incentivo ao terrorismo".

O Electronic Intifada é um site sediado nos EUA fundado em 2001, que se descreve como “uma publicação independente de notícias on-line com foco na Palestina”.

Aproximadamente dez policiais chegaram à casa de Winstanley no norte de Londres antes das 6h e entregaram ao jornalista mandados e outros papéis autorizando-os a revistar sua casa e veículo em busca de dispositivos e documentos”, disse o site.

Winstanley não foi preso e não foi acusado de nenhuma infração, mas a polícia confiscou seus dispositivos eletrônicos, de acordo com a publicação.

O jornalista, que tem mais de 100.000 seguidores no X (antigo Twitter), frequentemente compartilha artigos, opiniões e seus próprios comentários sobre as ações israelenses contra os palestinos e o apoio do governo britânico às hostilidades em Gaza.

No início deste mês, Winstanley escreveu um artigo extenso sobre o suposto assassinato de seus próprios cidadãos por Israel em 7 de outubro de 2023, usando helicópteros e tanques Apache, enquanto culpava o Hamas pelas mortes.

Nos últimos meses, Winstanley também relatou prisões e ataques da polícia antiterrorismo britânica visando outros jornalistas e ativistas pró-Palestina.

Em agosto, a polícia do Reino Unido prendeu o jornalista britânico Richard Medhurst sob a Seção 12 do Terrorism Act 2000 sob acusações de "expressar uma opinião ou crença que apoia uma organização proscrita". Ele acabou sendo solto, mas seu telefone e equipamento de trabalho foram apreendidos, enquanto o próprio Medhurst foi submetido a uma busca e interrogatório.

O jornalista há muito tempo é um defensor vocal da Palestina e do direito de seu povo de resistir à ocupação israelense.

Ucrânia desiste do desenvolvimento de armas nucleares

A Ucrânia não está mais considerando desenvolver armas nucleares e os relatórios recentes sobre o assunto devem-se a uma interpretação incorreta das declarações do Presidente Volodymir Zelensky, disse o seu chefe de gabinete na sexta-feira.

Não pensamos na energia nuclear, rejeitamo-la”, declarou Andriy Yermak num evento de think tank em Bruxelas.
A informação surgiu depois de Zelensky ter explicado na quinta-feira o encontro que manteve em setembro com o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, em Nova Iorque, no qual defendeu a adesão da Ucrânia à NATO.

Zelensky disse que conversou com Trump sobre a experiência negativa da Ucrânia com o Memorando de Budapeste, um acordo de 1994 que dava à Ucrânia "garantias" de segurança do Reino Unido, da Rússia e dos Estados Unidos em troca da renúncia às armas nucleares herdadas com a desintegração da União Soviética.

"Eu disse-vos: qual é a saída? Ou a Ucrânia tem armas nucleares, isto é defesa para nós, ou então deveríamos ter algum tipo de aliança", disse o líder ucraniano aos jornalistas em uma cúpula da União Europeia em Bruxelas.
No entanto, Zelensky também afirmou que “não escolhemos as armas nucleares, escolhemos a NATO”.

Greve no necrotério de Lima devido ao aumento de cadáveres

O Sindicato dos Técnicos Necroptianos Forenses (Sitenfor) do Necrotério Central de Lima iniciou nesta quinta-feira uma greve por melhorias trabalhistas, dado o aumento de cadáveres que recebem devido ao aumento de assassinos na capital do Peru.

Infelizmente, no Necrotério Central de Lima, todos os dias recebemos cadáveres de balas, o que aumentou o trabalho para nós e para os colegas que me acompanham. Queremos que esta situação mude porque estamos realmente em colapso”, disse David Hereña, general secretário do Sitenfor, em conferência de imprensa na sede da Morgue Central.

O Necrotério Central de Lima pertence ao Ministério Público e sua equipe é responsável pela realização de autópsias em todas as pessoas que morreram em circunstâncias violentas.

Hereña indicou que o sindicato exige que o governo conceda um orçamento maior para o Necrotério Central, a fim de melhorar as condições de funcionamento, bem como contratar mais pessoal, ter melhores equipamentos e receber salários mais elevados face à sobrecarga de trabalho.
Para a senhora (presidente) Dina Boluarte está tudo bem, não há problema, mas a realidade é que os assassinos, as mortes, os homicídios aumentaram exponencialmente”, explicou o dirigente.

A capital do Peru atravessa uma grave crise de insegurança cidadã, que levou o Governo a declarar estado de emergência em 13 dos seus 43 distritos devido ao aumento da criminalidade.

Putin aponta o papel futuro dos BRICS

Os países do BRICS já se tornaram os principais impulsionadores do crescimento econômico internacional, mas seu potencial só aumentará ainda mais por meio da cooperação dentro do bloco, disse o presidente russo, Vladimir Putin.

A participação do bloco no PIB global já excede a do Grupo dos Sete (G7), principais economias ocidentais, e continua a se expandir, disse Putin em seu discurso em uma sessão plenária do Fórum Empresarial do BRICS em Moscou na sexta-feira.

Os BRICS agora respondem por 37,4% do PIB global, enquanto o G7 responde por apenas 29,3%, enfatizou Putin. “E essa lacuna está aumentando. E continuará aumentando ainda mais. É inevitável”, acrescentou.

Os países BRICS são de fato os motores do crescimento econômico global. É dentro dos BRICS que o principal aumento do PIB global será gerado no futuro previsível”, disse Putin.

O bloco “responde por cerca de um quarto das exportações mundiais de bens, e os membros do bloco dominam muitos mercados importantes, “incluindo energia, metais e alimentos”, disse o líder russo.

Várias “plataformas de desenvolvimento” estão sendo criadas atualmente dentro do bloco, incluindo “canais de comunicação, padrões tecnológicos e educacionais, sistemas financeiros, instrumentos de pagamento e, claro, mecanismos para investimento sustentável de longo prazo”, ele observou.

Elas têm a intenção de garantir que “o crescimento econômico dos membros do BRICS no futuro dependerá cada vez menos de influência ou interferência externa”, disse Putin.

Esta é a “soberania econômica” que o bloco está buscando alcançar, tornando-se “uma parceria de economias autossuficientes, o que aumenta muito seu potencial, abre novas oportunidades”, ele acrescentou.

O trabalho do BRICS não é direcionado contra ninguém. Ele é voltado unicamente para uma tarefa comum, que é o desenvolvimento sustentável e a prosperidade de nossos países e povos”, disse Putin.

Como atual presidente do BRICS, a Rússia está sediando a cúpula anual do bloco na cidade de Kazan de 22 a 24 de outubro. Em 1º de janeiro de 2024, Irã, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos se tornaram oficialmente novos membros do BRICS, juntando-se ao Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

Verstappen quer acabar com a onda de azar no GP dos EUA

Max Verstappen tentará encerrar uma sequência de oito corridas sem vencer e reativar a defesa do título da Fórmula 1 neste fim de semana no Grande Prêmio dos Estados Unidos, onde o aguarda o desafiante Lando Norris.
Depois de uma pausa de quase um mês, a Fórmula 1 volta à ação para uma última maratona de seis corridas em oito semanas, que começa na sexta-feira no Circuito das Américas, em Austin (Texas), palco da décima nona corrida da temporada. .

O britânico Norris quer aproveitar esta sequência para apanhar Verstappen na busca pelo seu primeiro título, mas o holandês não disse a última palavra apesar da recente falta de desempenho do seu Red Bull.

Fizemos algumas alterações no carro para adaptá-lo melhor ao circuito (das Américas), então veremos se isso nos torna mais competitivos”, explicou Verstappen, que não sobe ao pódio desde o final de junho.

Após o trabalho no intervalo, a Red Bull deve chegar ao Texas com um carro melhorado. Embora as mudanças ainda não tenham sido reveladas, o principal objetivo será diminuir a distância para a McLaren, que assumiu a liderança do campeonato de construtores em meados de setembro.

McLaren almeja títulos
Verstappen tem atualmente uma vantagem de 52 pontos sobre Norris (331 pontos a 279). Este fim de semana estarão em jogo 34 pontos, face aos habituais 26, já que o terceiro sprint do ano também se realizará no sábado.

Mad Max continua mantendo uma liderança confortável, mas Norris, vencedor do último GP de Cingapura, está dando ao tricampeão mundial mais batalha do que o esperado.

No final dos últimos quatro GPs, o inglês terminou consistentemente à frente de Verstappen, embora o atual campeão nunca tenha se permitido ficar muito atrás.

Com no máximo 180 pontos ainda a serem distribuídos, Norris precisa somar em média nove pontos a mais por final de semana que o holandês até o último GP de Abu Dhabi, no início de dezembro, para se sagrar campeão.
Muitas equipes farão atualizações em seus carros durante as últimas corridas, por isso esperamos uma luta acirrada”, antecipou Andrea Stella, chefe da McLaren, que se tornou a primeira força do campeonato graças à consistência de seus pilotos Norris e do australiano, Óscar Piastri.

“Vamos nos concentrar em nós mesmos e nos esforçar para somar pontos na busca pelos títulos de pilotos e de construtores”, garantiu.

A McLaren tem 41 pontos de vantagem na corrida pelo título de construtores, então a Red Bull precisa de seu segundo piloto, Sergio Checo Pérez, para melhorar rapidamente seu desempenho antes de correr diante de sua torcida no México.

"Tudo para ser decidido"
A Ferrari, terceira no campeonato de construtores, apenas 34 pontos atrás da Red Bull, também chegará ao Texas com uma série de melhorias em seu SF-24.

Temos que estar ao nosso melhor nível, porque as equipes líderes estão em igualdade de condições e ainda há tudo para decidir no campeonato”, disse o chefe da equipa, Frédéric Vasseur.

Quarto colocado na classificação geral, a Mercedes confia na experiência do veterano Lewis Hamilton, piloto que mais vezes venceu o Grande Prêmio dos Estados Unidos, com seis vitórias.

Estado Genocida foi alertado sobre crime de guerra pelo Órgão de Direitos Humanos da ONU

O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, alertou na quinta-feira Israel que a “transferência forçada” de grande parte da população do norte de Gaza, sujeita a bombardeamentos e ataques das forças militares israelitas, constituiria um “crime de guerra”.
Há uma grande preocupação sobre uma transferência forçada em grande escala de civis que não cumpre os requisitos internacionais de evacuação em tempo de guerra por razões militares imperativas”, disse o alto comissário aos jornalistas em Nova Iorque.

A transferência forçada de uma grande parte da população do norte de Gaza constituiria um crime de guerra”, disse ele, antes de fazer “um apelo a Israel para facilitar imediatamente a chegada massiva de ajuda unitária que é necessária em todas as partes do Loop”.

Esta semana houve informação de que as forças israelitas estão a impedir o acesso da ajuda humanitária ao norte, exacerbando as já desesperadas necessidades humanitárias e médicas, alertou.

Há uma semana que as forças israelitas realizam bombardeamentos e operações terrestres no norte de Gaza e na zona de Jabaliya, onde afirmam que o grupo islâmico palestiniano Hamas está a tentar reagrupar as suas forças.
Um bombardeio israelense matou pelo menos 14 pessoas que estavam abrigadas em uma escola local na quinta-feira, disseram hospitais locais.

O Estado Genocida anunciou esta quinta-feira a morte do chefe do Hamas, Yahya Sinwar, a quem atribuiu a organização dos ataques de 7 de outubro de 2023 em solo israelita em que a Resistência Palestina desencadeou a atual guerra.

Türk lamentou a “relação muito complexa” que o seu gabinete mantém com as autoridades israelitas, a quem nos últimos dois anos escreveu várias vezes para “documentar o que aconteceu em 7 de outubro”.

Infelizmente, nunca obtive resposta”, disse, ao mesmo tempo que exigia a “libertação imediata e incondicional” dos reféns capturados durante o ataque.

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